julho de 2026

Investir em imóveis no interior vale mais do que nas capitais? O que os dados dizem

Investir em imóveis no interior vale mais do que nas capitais? O que os dados dizem

O Brasil tem um histórico particular com o dinheiro.

Inflação que chegou a 2.477% em 1993, cinco trocas de moeda em menos de trinta anos, crises políticas e econômicas que se repetem em ciclos de uma geração. Nesse contexto, o investidor brasileiro aprendeu cedo uma lição que o investidor de economias mais estáveis demorou mais para entender: patrimônio precisa estar ancorado em algo real.

O imóvel foi, historicamente, essa âncora.

Mas a pergunta que cada vez mais investidores estão fazendo não é mais “imóvel sim ou não”. É: onde?

Três décadas de inflação e o ativo que resistiu

Ao longo das últimas três décadas, o mercado imobiliário brasileiro passou por hiperinflação, crises de crédito, recessões e instabilidades políticas e, em cada um desses momentos, mostrou uma capacidade de recuperação que poucos ativos conseguem igualar.

A razão é estrutural: diferente de aplicações financeiras, o imóvel é um ativo tangível cujo valor está ligado a necessidades concretas e permanentes.

As pessoas continuam precisando de lugar para morar, independentemente do que aconteça nos mercados. Os contratos de aluguel são corrigidos por índices inflacionários como IPCA e IGP-M, o que garante que a renda gerada pelo imóvel acompanhe a alta dos preços ao longo do tempo.

Como resume um estudo da Suno Research, investimentos de base imobiliária conseguiram, ao longo do tempo, retornos reais positivos mesmo quando o Brasil era um dos “campeões mundiais” da inflação.

Renda fixa ou imóvel: a comparação que poucos fazem com dados reais

Para o investidor que pensa no longo prazo, a referência mais comum de comparação é o Tesouro IPCA+, título público que paga inflação mais uma taxa real de juros.

O retorno histórico médio desse título gira em torno de IPCA + 5% ao ano. Em períodos excepcionais, como o atual, esse número é mais alto, mas o histórico de longo prazo é o que importa para quem pensa em uma década, não em um ciclo de Selic.

Do lado dos imóveis, um estudo da FGV apontou que a soma da valorização com o rendimento médio de aluguel atingiu o equivalente a IPCA + 8,8% em 2024 na média nacional, superando o retorno histórico do Tesouro IPCA+.

O que os dados mostram, porém, é que, no longo prazo, ao longo de uma década, o imóvel bem escolhido tem competido e até superado a renda fixa, com a vantagem adicional de ser um ativo físico que o investidor pode usar, reformar, alugar ou vender.

O problema do preço de entrada nas capitais

Se o imóvel historicamente funciona como proteção patrimonial, o próximo passo é entender onde ele entrega a melhor relação entre custo de aquisição e potencial de retorno.

É aqui que as capitais começam a perder para cidades médias bem estruturadas.

Segundo o índice FipeZAP, o metro quadrado médio em São Paulo atingiu R$ 11.671 em julho de 2025. Em bairros como Vila Madalena e Pompeia, esse valor chegou a R$ 20.000. O capital necessário para adquirir um apartamento de alto padrão na capital paulista é significativamente maior, o que comprime a margem do investidor e exige um volume de aluguel difícil de sustentar no mercado local.

No interior paulista, o mesmo capital compra mais. E, em cidades com demanda sólida, infraestrutura consolidada e economia diversificada, isso não significa abrir mão de retorno, significa realocar capital de forma mais eficiente.

Por que investidores estão olhando para Ribeirão Preto antes de todo mundo

Dentro do mapa do interior paulista, Ribeirão Preto reúne um conjunto de características que a diferenciam de outras cidades médias.

Segundo o relatório da ABRAINC de 2025, a cidade registrou crescimento de 26% em unidades vendidas no primeiro semestre do ano. O VGV total superou R$ 1,25 bilhão nos primeiros seis meses de 2025, posicionando Ribeirão Preto entre as melhores cidades para investir no país.

Mas o número que talvez seja mais relevante para o investidor não é apenas o de valorização, mas o da demanda de locação.

Ribeirão Preto é um polo médico e universitário de referência nacional.

O campus da USP, a UNAERP e a Barão de Mauá geram um fluxo constante de estudantes. O Hospital das Clínicas, um dos maiores do país, atrai médicos residentes de todo o Brasil anualmente.

Executivos do agronegócio, da biotecnologia e do setor de tecnologia completam um perfil de inquilino diversificado, o que reduz a vacância e sustenta a renda do investidor ao longo do tempo, independentemente do ciclo econômico.

O papel da construtora na equação do investimento

Escolher a praça certa é metade da decisão. A outra metade é escolher o produto certo e, antes disso, quem o construiu.

Um imóvel de construtora com histórico comprovado de entrega valoriza mais, vende com maior facilidade e atrai inquilinos de perfil mais qualificado. Quando o próximo comprador for pesquisar, a origem do empreendimento vai importar.

A Egydio dos Santos está em Ribeirão Preto há 44 anos. Ao longo dessas quatro décadas, a construtora acumulou um histórico de entregas que compõe parte do tecido residencial da cidade, especialmente na Ribeirânia, bairro com um dos maiores índices de valorização de Ribeirão Preto.

O Allure Residence, empreendimento mais recente da empresa, traduz o que esse histórico significa na prática: automação integrada, acabamentos de alto padrão, rooftop 360 com jacuzzi, sauna e academia panorâmica. Um produto pensado para atrair um morador exigente e que, por isso, tende a ter menor vacância e maior liquidez para o investidor.

Uma leitura de mercado

O que os dados sugerem é uma tendência: cidades médias com economia diversificada, infraestrutura consolidada e demanda de locação permanente estão atraindo cada vez mais atenção de investidores que antes olhavam apenas para as capitais.

Ribeirão Preto, nesse cenário, não é uma aposta, mas sim uma tese sustentada por números consistentes.

Se você quer entender como os empreendimentos da Egydio dos Santos se encaixam nessa tese, conheça nossos projetos em Ribeirão Preto e fale com um dos nossos consultores. Clique aqui e saiba mais.

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